Ignorar os contatos
Ignorar as cartas do banco não vai resolver a dívida.
Antes de perder seu imóvel, fale com quem protege famílias — não bancos ou arrematantes.
O banco comete erros em 90% dos casos.
A cada 10 imóveis, 7 são leiloados com práticas abusivas.
Pare de fugir do problema e deixe especialistas assumirem a linha de frente por você. O tempo está correndo.
Advocacia especializada em impedir leilões extrajudiciais e proteger o patrimônio de famílias em todo o Brasil. Atendimento 100% online. Especializado na defesa dos proprietários.
Parar de pagar o financiamento nunca é simples.
Doença, desemprego, separação e crises financeiras podem transformar anos de construção em insegurança, medo e sensação de impotência.
E quando o leilão é marcado, parece que o tempo passa a jogar contra você.
Mas existe luz onde parece não existir saída.
E ela começa quando você entende os seus direitos e age da forma correta para proteger o que é seu.
Medo de
perder o
imóvel
Pressão e
cobranças
do banco
Ameaça de
despejo e
leilão
Sensação de
não ter
saída
Ignorar as cartas do banco não vai resolver a dívida.
Achar que o banco vai ter pena e vai renegociar de boa vontade é uma ilusão.
Tentar resolver sozinho ou com advogados “generalistas”, ou que trabalham também para os arrematantes, não vai resolver o problema.
Se o leilão está marcado, significa que o imóvel já está em nome do banco. Você pode confirmar isto tirando uma certidão de matrícula atualizada no Registro de Imóveis.
No final da página da matrícula, no último registro diz assim: “consolidação da propriedade”, o que significa que, hoje, o imóvel já está em nome do banco, não é mais seu.
Se você não fizer nada, é só aguardar a cartinha do banco te dando 10 dias para desocupar o imóvel, ou aguardar o contato do arrematante querendo negociar a sua saída amigável, ou do oficial de justiça te dando um prazo para sair.
O tipo de contato pode variar, mas uma coisa é certa: infelizmente você vai perder o imóvel e tudo que investiu nele.
Mas se você for daqueles, ou daquelas, que não se conforma e não aceita calado, ainda há luz no fim do túnel. Mas somente com processo judicial.
O processo serve para obrigar o banco a provar que fez tudo conforme a lei.
E se eu te contar que, na maior parte das vezes, o banco não faz tudo certinho? Como a maioria não reclama, os gigantes continuam fazendo assim.
Se você é um inconformado, que não vai aceitar essa situação sem antes ter certeza de que os seus direitos foram respeitados, veja como nós podemos te ajudar.
Você nos envia pelo WhatsApp os documentos que possui e conta a sua história para o nosso especialista.
A Dra. Emmanuele analisa a documentação enviada em até 24 horas úteis e emite um parecer sobre o seu caso.
Um de nossos especialistas conduz o fechamento do contrato, assinatura da procuração e demais documentos necessários para o processo.
Entramos com um processo judicial para buscar a suspensão do leilão agendado e obrigar o banco a fornecer toda a documentação que deu origem à retomada do imóvel.
Saindo a decisão liminar, você recebe o contato direto da Dra. Emmanuele para falar sobre o conteúdo da decisão e explicar de forma detalhada como o processo vai se desenvolver e o que podemos esperar dele.
Se o banco não conseguir comprovar que cumpriu todas as regras impostas pela lei para levar o imóvel a leilão, o procedimento todo é anulado e você ainda pode receber uma boa indenização.
Se você chegou até aqui, provavelmente está vivendo um dos momentos mais difíceis da sua vida: o risco real de perder seu imóvel em um leilão extrajudicial.
Antes de qualquer coisa, quero que saiba: você não está sozinho. Sou a Dra. Emmanuele Fronza, advogada especialista na defesa de proprietários que pararam de pagar o financiamento ou empréstimo e agora estão diante de um leilão prestes a acontecer.
É mais comum do que você imagina e erros acontecem o tempo todo, mas a maioria das pessoas acaba paralisando ou desistindo.
Meu escritório tem uma posição muito clara: nós defendemos famílias, nunca bancos.
Estamos ao seu lado para impedir que erros, falhas ou abusos no processo façam com que você perca o lar que levou anos para construir.
A lei determina que os bancos cumpram regras rígidas antes de tomar um imóvel. E a verdade é que, muitas vezes, essas regras não são seguidas corretamente.
Trabalhamos online, com processos totalmente digitais, e atendemos clientes em todo o Brasil. Nosso atendimento é 100% humanizado — você não vai falar com I.A.
Se o seu relógio está correndo, o meu também está. Estou aqui para agir rápido e com estratégia para que você tenha a melhor chance possível de manter o que é seu.
A notificação por edital é exceção e a sua utilização é permitida apenas em alguns casos, que exigem provas da necessidade. Notificações precisam cumprir requisitos formais e, na maioria das vezes, não cumprem.
A lei exige que o banco cumpra uma série de procedimentos antes de levar um imóvel a leilão. Quando essas regras não são respeitadas, o procedimento pode ser questionado judicialmente.
A avaliação do imóvel feita pelo banco está incorreta em muitos casos, fazendo com que o imóvel seja levado a leilão por um valor inferior ao seu verdadeiro preço de mercado.
Qualquer erro do banco pode abrir caminho para suspender o leilão e anular o procedimento da consolidação da propriedade, fazendo o imóvel voltar para o seu nome e reabrindo o prazo para pagamento ou negociação da dívida.
E quando a data do leilão já está marcada, cada dia pode decidir se você perde ou mantém o seu imóvel. Quanto antes você age, maiores são as chances de reverter a situação.
Se escolher ficar parado, é só aguardar a carta do banco te dando prazo para desocupar o imóvel, ou esperar o contato do arrematante pedindo as chaves. Tudo isso ainda pode envolver oficial de justiça e outras medidas para retirada do ocupante.
Mas você não precisa passar por isso se estiver bem assessorado.
A maioria das pessoas não conhece seus direitos — e isso favorece o banco e o arrematante, não você.
Nossa missão é equilibrar essa luta.
Quero falar com a Dra. Emmanuele agoraA confiança dos nossos clientes é resultado de um trabalho sério, transparente e comprometido com a proteção do patrimônio e dos direitos de cada família que atendemos.
Ver avaliações no GoogleSim, mas somente com processo judicial. Você tem o direito de conferir se o banco agiu conforme a lei para retomar o imóvel. Dependendo do caso, é possível negociar a dívida, suspender o leilão judicialmente, anular a arrematação e receber indenizações. Quanto antes você agir, mais chances você terá de reaver o seu imóvel.
Sim. O atraso de apenas 3 parcelas já permite que o credor (banco) execute a dívida e retome o imóvel. Mas atenção: o credor DEVE seguir rigorosamente o procedimento especificado na Lei 9.514/97. Se o banco descumprir algum dos requisitos, os leilões serão anulados.
Se você tiver processo judicial contra o banco em andamento, existe a possibilidade da arrematação ser anulada. Durante o processo será verificado minuciosamente se o banco cumpriu com todas as exigências da lei para retomar e vender o imóvel. Ao final do processo, sendo declarada a nulidade do procedimento, o imóvel lhe será devolvido ou você receberá uma boa indenização pelos danos morais e materiais sofridos.
Não temos nada contra os arrematantes, mas nós escolhemos um lado: atuar em defesa das famílias que estão sob o risco de perder os seus imóveis. Trata-se de uma questão ética, porque acreditamos que não faz sentido “jogar para os dois times”. Esse posicionamento evita conflito de interesse e entrega uma defesa mais especializada e estratégica.
Entendemos que o momento de enfrentar um leilão de imóvel gera grande preocupação financeira e emocional. O primeiro passo fundamental é realizar uma análise técnica do seu contrato e do procedimento de leilão para identificar possíveis nulidades ou abusividades. Em nosso escritório, avaliamos cada caso de forma individualizada e personalizada. Durante o seu atendimento, apresentaremos as alternativas jurídicas disponíveis para proteger o seu patrimônio e conversaremos detalhadamente sobre como viabilizar a sua defesa de maneira segura e adequada à sua realidade. O mais importante é não deixar o prazo correr sem uma orientação profissional.